Blimunda # 36, maio de 2015

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O número 36 da revista Blimunda arranca com uma revelação. Em Junho realizar-se-á no México um encontro entre académicos, intelectuais e pensadores de várias nacionalidades para colocar em marcha um desafio lançado por José Saramago: a criação de uma Carta dos Deveres Humanos. É sobre essa iniciativa que o editorial da revista se debruça. Mais adiante, a Blimunda desembarca em Matosinhos para acompanhar o LeV – Festival Literatura em Viagem, de lá trazendo histórias contadas por Sara Figueiredo Costa e imagens de Pedro Loureiro. Na secção cinema, colocamos o Capitão Falcão, “o primeiro super-herói português”, na mira de João Monteiro, que coloca o irreverente filme que acaba de chegar aos cinemas de Portugal em diálogo com um outro filme, A Revolução de Maio, de António Lopes Ribeiro, de 1937. Colaboram nesta edição da revista o jornalista Fernando Alves, com um texto sobre o livro que narra a digressão do elefante Salomão e do Trigo Limpo Teatro ACERT, de Tondela, por terras de Dão Lafões, e também a professora Ana Paula Arnaut, da Universidade de Coimbra, que na secção Saramaguiana analisa o livro Diálogos com José Saramago, de Carlos Reis, agora reeditado. Para a secção Infantil e Juvenil, Andreia Brites preparou uma seleção de novidades literárias que serão lançadas no final do mês na Feira do Livro de Lisboa. Boas leituras, e até Junho, mês do terceiro aniversário da Blimunda e dos cinco anos da morte de José Saramago, a quem dedicaremos grande parte da próxima edição desta nossa e vossa Blimunda.

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Blimunda # 35, abril de 2015

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Precisamente três anos depois do arranque da revista da Fundação José Saramago, a 23 de abril de 2012, e para assinalar o Dia Mundial do Livro, é hoje publicada a edição # 35 da Blimunda.
Neste mês de abril, as perdas impõe-se e é preciso falar delas. O editorial da revista é dedicado a esses finais que são começos, como afirmou uma vez vez Eduardo Galeano, um dos grandes que partiu nos últimos dias e que nos deixará muitas saudades. Nas Leituras do Mês, Gunter Grass, Manoel de Oliveira, Galeano, François Maspero e Herberto Helder são recordados, publicando-se também deste último um conjunto de poemas escolhidos por Manuel Gusmão, Gustavo Rubim, Rita Taborda Duarte, Manuel Frias Martins e Manuel Alberto Valente.
Mas há muito mais nesta edição 35 da revista. 
A Blimunda esteve no Festival Rota das Letras, em Macau, e trouxe de lá uma conversa com Murong Xuecun, que nos conta como é ser um escritor na China dos dias de hoje. Viajámos também até Aveiro para acompanhar a The Child and Book Conference, este ano dedicado à análise de temas fracturantes neste género literário.
Em Lisboa, vimos e ouvimos a 13ª edição da Festa do Jazz do São Luiz, num dossier que inclui uma entrevista com o músico Carlos Martins, director artístico da Festa, e um texto do músico Matt Pavolka que, em 2008 actuou no São Luiz apresentando um tema composto a partir da última frase do primeiro capítulo de Ensaio sobre a Cegueira.
A propósito do centenário da revista Orpheu, esse acontecimento marcante para a arte e para a literatura do século XX, a Blimunda reproduz algumas páginas do número 3 da publicação, que nunca chegou a ser impresso.
Recuperamos também um texto de Pilar del Río, escrito no ano 2000, que fala sobre o modo como Sebastião Salgado vê e retrata o mundo.
Por fim, mas não menos importante, a secção Saramaguiana publica as palavras de Ondjaki e Adriana Lisboa ditas em Washington no mês passado, no tributo a José Saramago, integrado no Festival Iberian Suite.

Feliz Dia Mundial do Livro e boas leituras!

Blimunda # 34, março de 2015

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Testemunha de guerras e da intolerância do homem, em meados dos anos 90 o fotógrafo Sebastião Salgado viu-se com a “alma doente”. Essa dor levou-o a criar, com a ajuda da esposa, o Instituto Terra, replantar uma floresta, e sair pelo mundo em busca da beleza. A Blimunda deste mês dedica várias das suas páginas a Génesis, o seu mais recente projeto, e ao documentário O Sal da Terra, de Wim Wenders e Juliano Ribeiro, autores de um retrato íntimo do artista brasileiro.
Da 16ª edição das Correntes d’Escritas a revista publica um extenso dossier: uma entrevista com o escritor cubano Leonardo Padura, uma conversa pouco convencional com o português Manuel Jorge Marmelo e o alemão Michael Kegler, e os textos da espanhola Clara Usón e do português Bruno Vieira Amaral.
Na secção infantil e juvenil, uma entrevista da escritora e pedagoga brasileira Ana Maria Machado, para além das habituais notas de rodapé e de duas novas entradas no Dicionário de Literatura Infantil e Juvenil.
Na secção bimestral dedicada ao Cinema, o alvo é o polémico American Sniper, de Clint Eastwood, obra polémica numa Hollywood liberal.
Por fim, a terminar, o escritor açoriano e ex-adido cultural de Portugal em Madrid, João de Melo, assina um texto sobre a relação de José Saramago com a Espanha na secção Saramaguiana.
Eis os principais temas da Blimunda # 34, de março, nas suas mais de cem páginas. Boas leituras, e até abril.

Blimunda # 33, fevereiro de 2015

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“Do chão levantam -se as searas e as árvores, levantam-se os homens e as suas esperanças”, escreveu José Saramago. “Também do chão pode levantar-se um livro”, acrescentou. Nos 35 anos da publicação de “Levantado do Chão”, a “Blimunda” de Fevereiro rende homenagem a este título fundamental da obra de José Saramago, porque do chão pode levantar-se também uma revista.
Com sotaque brasileiro, entrevistamos Luiz Schwarcz, fundador da Companhia das Letras (editora que agora desembarca em Portugal), e conversamos com o jornalista Fernando de Barros e Silva, que acompanhou Chico Buarque em Berlim em busca do irmão alemão.
E há muito mais: os zombies de Marco Mendes, depois de invadirem o universo da banda desenhada, ganham espaço na “Blimunda”.
Passados cinco anos do terramoto que arrasou o Haiti recuperamos um texto escrito por José Saramago naquela altura: “Quantos Haitis?”
Para encerrar o Ano Cortázar publicamos um texto inédito do editor catalão Carles Álvarez Garriga sobre Aurora Bernárdez, a companheira e herdeira da obra de Julio Cortázar, falecida em novembro passado.
A secção infanto-juvenil é ocupada por um relato do 1º Encontro de Literatura Infanto-Juvenil da Lusofonia realizado neste mês na Fundação O Século.
Na Saramaguiana, a fechar a edição deste mês, publicamos a intervenção de Sandra Lorenzano, escritora argentina radicada no México, lida na apresentação de “Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas” realizada em dezembro passado na Cidade do México.

Blimunda # 32, janeiro de 2015

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O ano de 2015 será o oitavo de existência da Fundação José Saramago – o quinto sem o seu fundador – e o terceiro da Blimunda. Desde que em Junho de 2012 foi publicado o número 1, deparamo-nos todos os meses com o desafio de fazer uma revista de acesso gratuito com qualidade e relevância”, diz o editorial desta edição de janeiro da Blimunda, que começa o ano empenhada em dar voz e espaço a diversas manifestações culturais. Para isso, Sara Figueiredo Costa visita o Museu da Marioneta, em Lisboa, lugar que preserva a história – não só portuguesa, mas de boa parte do mundo – dessa antiga tradição teatral.

Ricardo Viel conversa com o escritor Mempo Giardinelli, cuja dívida de gratidão à Literatura culminou na criação de uma fundação em Resistencia, no Nordeste da Argentina, com o intuito de promover a leitura.

João Monteiro apresenta a segunda parte do seu ensaio “Saramago at the movies” sobre as várias adaptações para o cinema de obras de José Saramago.

Andreia Brites faz uma expedição ao passado e recupera uma análise publicada pelo jornal Expresso há 25 anos sobre literatura infantil e juvenil. Como era vista há um quarto de século a produção para os mais pequenos? O texto responde a essa e outras questões.

A Saramaguiana é ocupada por um texto da investigadora Fernanda Cunha intitulado “A beleza serve-se fria”, em que a autora faz uma análise de Levantado do Chão – romance de José Saramago que completa 35 anos em 2015.

A terminar, os desejos de boas leituras e de um lúcido 2015. Até fevereiro!

Blimunda # 31, dezembro de 2014

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A Blimunda # 31 encerra o ano de 2014 da melhor maneira.

Em destaque, o dossier dedicado a Agustina e a Sophia, duas das grandes autoras portuguesas que este ano receberam justas homenagens da sociedade portuguesa. No caso de Sophia, com a sua entrada no Panteão Nacional, numa cerimónia de enorme beleza, fazendo jus à poesia que nos deixou. Desse momento, a Blimunda publica o texto de José Manuel dos Santos, que em representação da Cultura portuguesa leu o belo texto que agora fica perpetuado nestas páginas. No caso de Agustina, com um grande Congresso organizado pelo Círculo Literário Agustina Bessa-Luís e acolhido pela Fundação Calouste Gulbenkian, do qual publicamos os textos de Artur Santos Silva e de Mónica Baldaque.

Destaque também nesta Blimunda para a conversa de Andreia Brites com um dos grandes autores de álbuns ilustrados do século XX, o norte-americano Eric Carle, no ano em que se assinalam 45 anos da publicação de um dos seus mais aclamados livros, A lagartinha muito comilona.

A 28 de outubro deste ano, o Vaticano recebeu pela primeira vez o Encontro Mundial de Movimentos Populares, promovido pelo Papa Francisco, que contou com a participação do presidente boliviano, Evo Morales. Desse momento histórico chega-nos o relato pela voz de Ignacio Ramonet.

Espaço ainda na Blimunda para a conversa de Sara Figueiredo Costa com os responsáveis por um novo projecto editorial português, a Guilhotina, e a fechar, na Saramaguiana, o texto de Claudia Piñeiro lido na apresentação de Alabardas, que teve lugar na Feira Internacional do Livro de Gudalajara.

No fim de mais um ano, a Blimunda deseja a todos os seus leitores um 2015 de boas leituras!

Bimunda # 30, novembro de 2014

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Quando José Saramago nasceu, a 16 de Novembro de 1922, restavam a Fernando Pessoa apenas 13 anos de vida. Durante esse tempo coexistiram, pode até ter acontecido coincidirem em algum momento em Lisboa, mas dessa possibilidade não há registo. Em 1935, no dia 30 de Novembro, Fernando Pessoa deixou de existir fisicamente e a partir daquele momento teve início a construção da sua imortalidade literária. Para celebrar a existência e genialidade destes dois grandes nomes da Literatura a Blimunda dedica-lhes várias páginas da sua edição de Novembro. As homenagens começam já no editorial, um texto de José Saramago sobre Fernando Pessoa. A revista visitou o espólio do poeta na Biblioteca Nacional de Portugal e conversou com Jerónimo Pizarro e Patrício Ferrari, dois investigadores pessoanos que vieram a Lisboa atraídos pelo homem da múltiplas personalidade e que depois partiram para disseminar a obra do português pelo mundo. Uma galeria de fotos do(s) Dia(s) do Desassossego apresenta ao leitor a iniciativa levada a cabo pela Fundação José Saramago e pela Casa Fernando Pessoa para homenagear os dois escritores. A Blimunda publica ainda um texto de João Monteiro sobre a adaptação cinematográfica de A Jangada de Pedra, um ensaio de António Sampaio da Nóvoa lido na apresentação do romance Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas, e o texto da obra teatral “Como assim Levantados do Chão”, de autoria de Miguel Castro Caldas, um diálogo com a última frase do romance Levantado do Chão, de José Saramago.

E há mais: Sara Figueiredo Costa apresenta três novos títulos em Banda Desenhada que servem como termómetro para medir a temperatura dessa produção editorial em Portugal.

Para fechar o número 30 da publicação, Andreia Brites aborda os 15 anos do sucesso de Harry Potter.
Boa e desassossegada leitura!